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CRITÉRIOS PARA A CONSTRUÇÃO DE JOGOS DIGITAIS EDUCACIONAIS PARA AUXILIAR NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

Considerando-se as potencialidades dos jogos digitais e a necessidade de recursos educacionais, para auxiliar no processo de aprendizagem de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), este trabalho apresenta a definição de critérios específicos para a construção de jogos digitais educacionais para este público. A partir da utilização de jogos como recurso pedagógico, as crianças tendem a amadurecer algumas capacidades de socialização, por meio da interação e da utilização e experimentação de regras e papéis sociais. O ato de jogar ensina valores e, após utilizar o jogo sobre um determinado conteúdo, a criança vai relacionando com o que aprendeu em sala de aula, montando esquemas, formando seus próprios arquivos, que à medida que se desenvolvem, tornam-se mais generalizados e mais maduros. O trabalho apresenta os procedimentos metodológicos que consistiram em levantamento de referencial teórico e jogos específicos para crianças com TEA, análises comparativas dos jogos pesquisados, seguindo critérios estabelecidos pela pesquisa bibliográfica. Serviram como base também, observações, entrevistas e testagens dos jogos. A partir da análise realizada e dos dados compilados, elaborou-se critérios específicos para auxiliar na criação de futuros jogos digitais destinados as crianças com TEA, que possam atender as reais necessidades do processo de aprendizagem deste público.

Elisa Dias Kowalski

SISTEMA COMPARTILHAR: POSSIBILIDADE DE CONTRIBUIR COM AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DO IFRS

Esta dissertação tem como objetivo desenvolver um meio digital pelo qual seja possível compartilhar e registrar as práticas pedagógicas dos professores do IFRS. Os objetivos específicos desta pesquisa referem-se a estudar o referencial teórico, conhecer repositórios educacionais e estudar sistemas de armazenamento de práticas ligadas à educação. Esse meio digital diz respeito ao Sistema de Compartilhamento de Práticas Pedagógicas do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS); trata-se de um sistema colaborativo intitulado Sistema Compartilhar. Espera-se que, a partir dele, as trocas relativas às práticas pedagógicas sejam fomentadas. Além disso, o sistema proposto possibilita cadastrar e atender a demandas referentes aos processos de ensino e de aprendizagem desta instituição. Inicialmente, esse sistema foi pensado para as práticas inclusivas, mas o estudo do referencial teórico mostrou que isso não fazia sentido, quando se compreende que a aprendizagem não está apenas centrada no sujeito, mas que é parte de um processo que se constitui na condução das práticas pedagógicas. Por isso, o sistema passou a ser pensado para abarcar práticas pedagógicas. Dessa forma, contempla todos os alunos, considerados de inclusão ou não. Como o IFRS é uma instituição organizada em 17 campi, a disposição geográfica acaba dificultando a comunicação entre os docentes. As possibilidades de pensar as práticas pedagógicas e a criação de materiais, ferramentas e outros artefatos que podem auxiliar no processo de ensino e de aprendizagem ficam restritos aos poucos momentos de intercâmbios realizados nas reuniões. Com base nisso, o problema desta pesquisa é: como auxiliar o compartilhamento de práticas pedagógicas entre os professores do IFRS? Esta pesquisa tem como aporte os Estudos Foucaultianos, utilizo autores como Biesta (2017), Castel (2008; 2013), Deleuze (2003), entre outros. A metodologia empregada foi, inicialmente, uma pesquisa bibliográfica; porém, como não deu conta de atender ao objetivo proposto, ampliei a metodologia e utilizei a pesquisa documental em sites, onde busquei repositórios educacionais, e a análise das plataformas Build in Progress (BiP) e do GitHub. Na busca por repositórios educacionais, encontrei 56. Após, com base nos aspectos busca, acesso e organização dos materiais, selecionei 13 repositórios para ajudar-me na idealização do Sistema Compartilhar. A partir da investigação, projetei o sistema utilizando casos de uso juntamente com sua descrição, e algumas telas foram prototipadas com o auxílio do software Balsamiq. Com esta investigação foi possível, além da prototipação, implementar o Sistema Compartilhar.

Eurídice Segaspini Peixoto

ESTÍMULO AOS ADULTOS PARA LEITURA LITERÁRIA: possibilidades e desafios em Ambiente Virtual de Aprendizagem

A presente pesquisa tem como problema o seguinte: adultos podem ser estimulados à leitura literária por meio de formação continuada em ambiente virtual de aprendizagem (AVA)? A partir do problema de pesquisa, adota-se como objetivo geral: verificar se a formação continuada em AVA estimula a leitura literária de adultos. A aplicação da pesquisa se dá pela oferta de Extensão, denominado Formação de Leitores e Mediação de Leitura. O referencial teórico aborda as questões da Leitura e Relação texto-leitor, Alfabetização e letramento, inclusive o letramento literário, formação de leitores e mediação de leitura, bem como a Educação aberta e a distância e ambiente virtual de aprendizagem. A pesquisa é aplicada, sendo sua metodologia qualitativa, com abordagem exploratória e modalidade estudo de caso. A análise de dados é feita utilizando-se análise de conteúdo, cujos objetos são as produções textuais e as transcrições de entrevista semiestruturada dos sujeitos desta pesquisa, no quantitativo de 6 (seis), participantes do Curso de formação de leitores em ambiente virtual de aprendizagem, oferecido como curso de Extensão no IRFS-Campus Porto Alegre. A discussão de resultados se dá em torno da interação dos alunos ao longo do curso, bem como os resultados apontados em suas entrevistas. Conclui o alcance dos objetivos e apresenta algumas particularidades. Sugere melhorias ao produto e a possibilidade de sua replicação para outros públicos.

Luciana Kramer Pereira Müller

SCRUM EM SALA DE AULA: METODOLOGIA ÁGIL COMO FORMA DE PROMOÇÃO DE PROCESSOS AUTORREGULATÓRIOS DA APRENDIZAGEM DISCENTE

A presente investigação busca planejar, executar, avaliar e relatar a aplicação da prática do Scrum em sala de aula, através do Sistema de Gerenciamento de Projetos Scrum memostra, visando promover processos de autorregulação da aprendizagem discente. O estudo justifica-se porque é preciso incentivar a promoção da autorregulação da aprendizagem discente a fim de potencializar o processo de aprender. A investigação, do ponto de vista do problema, segue uma abordagem qualitativa com procedimento experimental que tem como sujeitos de pesquisa os alunos das turmas 2017/2 e 2018/1 do Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet (CSTSI) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS) Campus Porto Alegre, sendo a primeira turma o grupo-controle e a segunda, o grupo de aplicação. Os instrumentos de pesquisa visam à coleta de dados realizada através da técnica da observação e do questionário elaborado com base no questionário de Conhecimento de Estratégias de Aprendizado (CEA) desenvolvido por Rosário e colaboradores (2007), nas três fases cíclicas da autorregulação da aprendizagem proposta por Zimmermann (2000,2013) e nos fundamentos da metodologia ágil Scrum. Concluiu-se que o uso da metodologia ágil Scrum em sala de aula, associado ao Sistema de Gerenciamento de Projetos Scrum memostra, promoveu processos de autorregulação da aprendizagem discente. Os alunos utilizaram grande parte das estratégias de aprendizado em suas tarefas e demonstraram tomada de consciência, gestão e controle do seu processo de aprendizagem.

Fernando Sartori

PESQUISA CIENTÍFICA NA PÓS-GRADUAÇÃO: UMA PROPOSTA TECNOLÓGICA PARA A COMPETÊNCIA INFORMACIONAL

A grande produção de informações científicas e tecnológicas, o ritmo acelerado imposto pela tecnologia e a impossibilidade de apreender todas as informações disponibilizadas torna necessário o desenvolvimento da capacidade de buscar e usar a informação de forma eficaz, eficiente e ética. A identificação e uso de informações de modo efetivo é uma das competências inerentes ao aprendizado com autonomia, conhecida como competência informacional. Tendo em vista a natureza científica e investigativa dos cursos de pós-graduação e as diversas fragilidades dos alunos com relação a esta competência apontadas em estudos relacionados, este trabalho visa a investigação, a evidenciação e a inserção de conceitos relacionados à competência informacional no currículo destes cursos por meio da elaboração de um objeto de aprendizagem baseado nos conceitos do Framework for Information Literacy for Higher Education da Association of College and Research Libraries (ACRL) e nos componentes do Global Media And Information Literacy (MIL) Framework da UNESCO sob a ótica do ensino de competências proposto por Zabala e Arnau. Aborda aspectos conceituais concernentes ao termo literacy, e expressões correlatas: media and information literacy e information literacy. Apresenta conteúdos teóricos referentes ao desenvolvimento de competências; à competência informacional e estudos sobre o tema realizados no âmbito da pós-graduação brasileira; considerações acerca dos Frameworks; e, aos objetos de aprendizagem. Em termos de metodologia, o estudo tem por finalidade ser uma pesquisa-ação de natureza aplicada através da produção de objeto de aprendizagem. Utiliza a pesquisa-ação como procedimento técnico e tem como sujeitos de pesquisa estudantes do Mestrado Profissional em Educação Profissional e Tecnológica do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS) - Campus Porto Alegre. Detalha as etapas de planejamento, execução e avaliação do objeto de aprendizagem. Tem por resultado a análise de questionários aplicados antes e depois da utilização do objeto que demonstra que houve mudança de opinião dos sujeitos quanto ao uso de recursos e ferramentas na pesquisa científica, que o objeto de aprendizagem atingiu o objetivo de apresentar temáticas relacionadas ao processo de pesquisa científica de forma autônoma e foi considerado de grande utilidade para melhoria das atividades de pesquisa. Conclui que o os objetivos da pesquisa foram atingidos com a elaboração e aplicação do objeto de aprendizagem. Indica como trabalhos futuros a revisão dos vídeos para fins de qualificação e a aplicação do material em disciplinas de metodologia da pesquisa tanto na graduação quanto na pós-graduação e em ambientes virtuais de aprendizagem.

Priscila Saraiva Jacobsen

Boletim de serviço Julho/ 2019

Boletim de serviço ordinário do Campus Porto Alegre referente ao mês de julho de 2019.

Comissão responsável pelo Boletim de serviço

Portaria 261/2019

DESIGNAR a servidora ELIANA VAZ HUBER, para exercer a função de Coordenadora do Curso Técnico em Instrumento Musical deste campus, em circunstâncias de impedimento legal e eventual do titular da função.

Direção Geral

Portaria 260/2019

DESIGNAR o servidor IURI CORREA SOARES, Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do IFRS, para a função de Coordenador do Curso Técnico em Instrumento Musical.

Direção Geral

Portaria 259/2019

DISPENSAR a servidora SUELENA DE ARAÚJO BORGES HÖRN, Professora do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do IFRS, da função de Coordenadora do Curso Técnico em Instrumento Musical.

Direção Geral

Portaria 258/2019

HOMOLOGAR a avaliação de desempenho do servidor RAFAEL CRUZ DA SILVA, Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do IFRS.

Direção Geral

Portaria 257/2019

DESIGNAR Banca Examinadora que efetuará o Processo Seletivo para contratação de Professor Substituto da Área/Disciplina de Panificação e Confeitaria, no Campus Porto Alegre do IFRS, de acordo com o Edital Campus Porto Alegre Nº 44/2019.

Direção Geral

Portaria 256/2019

DESIGNAR o servidor FABIANO GIACOMAZZI DE ALMEIDA, para exercer a função de Coordenador de Almoxarifado e Patrimônio deste campus, em circunstâncias de impedimento legal e eventual do titular da função.

Direção Geral

Portaria 255/2019

DESIGNAR a servidora IARA ELISABETH SCHNEIDER, Assistente em Administração do IFRS, para exercer as atribuições de Secretária do Conselho do Campus Porto Alegre.

Direção Geral

Portaria 254/2019

DISPENSAR a servidora FLAVIA HELENA CONRADO ROSSATO, Arquivista do IFRS, das atribuições de Secretária do Conselho do Campus Porto Alegre.

Direção Geral

Portaria 253/2019

Dispensa a servidora MARCIA LOUREIRO DA CUNHA, Professora do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do IFRS da função de Coordenadora do Curso Técnico em Administração, FUC-0001.

Direção Geral

Portaria 252/2019

Cancela as férias da servidora CINARA DOS SANTOS COSTA, remarcando para período futuro.

Direção Geral

Portaria 251/2019

Designa o servidor RODRIGO PRESTES MACHADO, Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do IFRS, para a função de Coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet.

Direção Geral

Portaria 241/2019

Designar o servidor ADRIANO RODRIGUES JOSÉ para exercer a função de Coordenador de Gestão de Ensino deste campus em circunstâncias de impedimento legal e eventual da titular da função

Direção Geral

Portaria 250/2019

Dispensa a servidora TANISI PEREIRA DE CARVALHO, Professora do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do IFRS, da função de Coordenadora do Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet.

Direção Geral

Portaria 249/2019

Designa os representantes da Comissão Permanente de Pessoal Docente (CPPD) do Campus Porto Alegre.

Direção Geral

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